Caso do garoto Samuel toma novos caminhos

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Cleuza Aparecida Ladário da Silva e Samuel Ladário Rodrigues Garcia moram na cidade de Planura MG (Foto: Arquivo pessoal)

João R. Negromonte

O caso do garoto Samuel Ladário Rodrigues Garcia, 15 anos, foi contato pelo Sechat no ano passado, quando sua história foi divulgada pelo site com o intuito de mostrar como um menino e sua família garantiram, através do autocultivo sustentado por um habeas corpus, seu fornecimento de medicamentos a base de cannabis para tratar de uma epilepsia refratária e um autismo causados por uma encefalite viral de Herpes.

A vó do “Samuca”, como é conhecido pelos mais próximos, dona Cleuza Ladário, de 61 anos, conta como foi difícil criar o menino que é fruto de uma relação mal sucedida de uma filha adotiva que, após deixar a criança com ela para uma saída, nunca mais retornou para buscá-lo. Isso abalou muito o garoto de quase dois anos na época e, apesar de toda dedicação da avó, o menino sempre perguntava pela mãe e questionava se um dia voltaria a vê-la, o que até hoje, nunca aconteceu.

Bem, possivelmente, a vida lhe deu uma nova oportunidade de estar com essa senhora que o cria com muito amor, carinho e dedicação e sempre reforça que jamais irá desistir de dar uma vida digna ao menino.

O trauma causado pelo abandono, juntamente com o aparecimento do vírus que deixou Samuel tetraplégico e com diversas outras sequelas, levou essa senhora guerreira a buscar novas alternativas de tratamento para o garoto. Um desses caminhos encontrados foi a cannabis, que substituía os medicamentos alopáticos com eficácia e sem nenhum efeito colateral.

O tratamento com os derivados da planta, trouxeram uma nova vida para o garoto. Segundo sua avó, Samuel chegou a ficar sete anos sem tomar nenhum outro medicamento além do óleo que é produzido pela própria família com autorização judicial. Porém, a chegada da pandemia e o fechamento das escolas como a APAE de sua cidade, juntamente com o descontrole hormonal causado pela idade, tem deixado o garoto cada vez mais agressivo e descontrolado e, quando em “crise”, nem os medicamentos fazem mais efeitos como o esperado.

Atividades como exercícios físicos, interação pessoal com outras crianças e encontros com fonoaudiólogos e médicos especializados, aliada com a aplicação dos medicamentos, asseguram uma boa qualidade de vida para o Samuel, porém sem o auxílio das entidades governamentais devido a pandemia do novo Covid-19, a família vem encontrando dificuldades para garantir tais tratamentos de forma gratuita.

O retrocesso de todo tratamento feito até agora, já é uma realidade, conta dona Cleuza.

Para amenizar essa situação e garantir que as atividades e a terapia não sofra nenhum revés, Caroline Apple, Jornalista que divulgou a história dessa família, criou uma vaquinha virtual para aqueles que gostariam de contribuir e ajudar essa criança a atingir seus objetivos de voltar a sorrir, brincar, se comunicar, comer, dormir, dentre outras atividades que preservem o mínimo de relação com sua família e amigos.

Por isso, contamos com a sua ajuda para pagarmos um ano de terapia para o Samuca até a normalização dos serviços gratuitos. O levantamento feito apontou que o valor ideal é de R$ 45 mil.

Ajude nosso menino a voltar a ter momentos de felicidade e aprendizado como este, quando ainda contavam com o auxílio do governo que mandava uma assistente de 15 em 15 dias para ajuda-lo com as tarefas:

Para acessar o link e fazer sua contribuição, basta entrar em: https://abacashi.com/p/ajude-na-terapia-do-samuca

Lembre-se, fazer o bem sem olhar a quem! Contamos com a sua solidariedade, qualquer quantia ajuda o Samuel e sua família a continuarem o tratamento e suas atividades complementares que tem tanta importância.

Para mais informações ou doações para família entre em contato pelo email:

joao.negromonte@sechat.com.br

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