Secretário de Segurança Pública da Bahia defende regulamentação da cannabis e outras substâncias

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Elevador Lacerda, Salvador, Bahia (Foto: Pixabay/joelfotos)

Por João R. Negromonte

O secretário da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do estado da Bahia, que já havia colocado o tema em destaque em outra oportunidade, reforçou sua opinião em congresso realizado pela Superintendência de Prevenção à Violência (SPREV) em abril deste ano.

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Mandarino propõe que a cannabis tenha políticas públicas igual a do tabaco: “A política do cigarro deu certo”, diz o secretário, salientando que o Brasil, na opinião dele, tem a melhor política em relação ao composto do mundo. Ele reforça também que outros países que permitiram o uso adulto da cannabis, não liberaram totalmente, criando regras e normas que garantem o controle da comercialização, cultivo e consumo da substância.

Reprodução: Twitter/Bahia Notícias

Ele ressalta que não podemos mais ficar à mercê do tráfico de drogas que, segundo o secretário, movimenta o dobro que o estado inteiro arrecada em tributos todos os anos, o que traz consigo muitos crimes e homicídios. “é um círculo vicioso,” afirma.

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“As pessoas que perdem o controle do uso social, moderado, da droga, são poucas. Não é todo mundo que faz isso. A maioria das pessoas que conheço que fuma maconha são pessoas que trabalham todo dia,” acrescentou Mandarino.

Outra crítica foi sobre as políticas proibicionistas do álcool nos EUA, “era um argumento moralista, que existiu nos EUA na época do governo Truman”, diz ele ao fazer uma relação com o argumento contra a cannabis no Brasil.  

Em conclusão, o secretário reforça: “Eu nunca fui usuário de drogas, nunca gostei de bebida alcoólica, eu odeio vinho, agora vou dizer, porque não gosto de vinho, que é ruim? Deve ser uma maravilha, porque todo mundo gosta, socializa. Por que tenho que usar argumento moralista para coibir uma coisa que não gosto? Não faz sentido isso,” afirma ele, que continua: “o que não dá é não discutir esse tema”,  se referindo a parlamentares que são contra a pauta: “Têm medo de perder voto”.

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