Qualidade do sono em debate: especialistas analisam limites dos medicamentos tradicionais

CBN e CBC se destacam como canabinoides menores com potencial terapêutico para melhorar o sono, aliviar a dor e modular processos inflamatórios

Publicada em 30/01/2026

Qualidade do sono em debate: especialistas analisam limites dos medicamentos tradicionais

Especialistas discutem, em corte do Deusa Cast, o papel do CBN no sono e do CBC no alívio da dor e da inflamação dentro da medicina integrativa | CanvaPro

A medicina ainda ensina a tratar doenças, mas pouco prepara profissionais para evitá-las. Esse é um dos pontos centrais debatidos em um corte do episódio do Deusa Cast, podcast do Portal Sechat, que reúne o médico do esporte Dr. Jimmy Fardim e a cirurgiã-dentista Dra. Rafaela da Rosa.


No trecho, os especialistas questionam o modelo de formação centrado na prescrição de medicamentos e defendem uma prática clínica mais atenta à nutrologia, ao estilo de vida e aos sistemas reguladores do organismo.


Para Dr. Jimmy, a pouca atenção dada ao sistema endocanabinoide exemplifica essa lacuna. “Ele é o maestro do corpo, controla todas as reações. Quando esse sistema entra em desequilíbrio, outras funções também se desorganizam”, afirmou.


O episódio também abordou o uso frequente de benzodiazepínicos no tratamento de distúrbios do sono. A Dra. Rafaela relata que esses medicamentos podem causar alterações duradouras na arquitetura do sono. “Depois que tomei um benzodiazepínico para dormir, minha arquitetura do sono foi modificada de forma definitiva”, contou.


Como alternativa, ela destaca o potencial de canabinoides como o CBN, que, segundo a profissional, respeitam os ciclos naturais do sono. “O CBN permite que o corpo passe por todas as fases do sono necessárias para a recuperação das funções”, explicou.


O corte integra o episódio completo do Deusa Cast e antecipa um debate mais amplo sobre a necessidade de reformular a formação em saúde, priorizando prevenção, equilíbrio fisiológico e abordagens integrativas. 

 

Confira o trecho da entrevista: