Mercado da Cannabis: Conheça mais sobre a The Green Hub e de suas startups parceiras

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Por Kim Belluco

O Congresso Brasileiro da Cannabis Medicinal chegou ao fim nesta sexta-feira (06) com uma apresentação sobre a The Green Hub e suas startups e parceiros estratégicos. Participaram do debate Ticiana Santana, CEO da CBeDifferent, Tulio Rodrigues, Co-fundador da The Blue Hemp, Eduardo Aledo, gerente-geral da Dahmá Biotech, Taysa Daudt, CEO da The Dogons, Murilo Gouvêa, CEO da Cannapag, Clarice Pires, CEO da Scirama, Dra. Sandra Regina de Freitas, Executive Advisor do Instituto CEC, além de Marcelo Grecco, Co-fundador da The Green Hub.

Marcelo abriu o último painel de debates do Congresso falando um pouco mais sobre o trabalho da The Green Hub no mercado da Cannabis. “Começamos com a The Green Hub em 2016, com a ideia de ajudar no bem-estar das pessoas. Queremos aliviar a dor de muitas pessoas e com a Cannabis isso é possível, tem mais de 25 mil aplicações. Estamos fomentando o mercado e trazendo inovação e tecnologia para esse setor.”

A The Green Hub trabalha com os seguintes pilares: disseminar a informação através de eventos, educação e relatórios, fomentar o mercado, com parcerias estratégicas e desenvolver cadeia produtiva com aceleração e consultoria.

“Atuamos como hub voltado para pesquisa, educação e conexão entre empreendedores, inovadores, setor corporativo, academias, associações, governo e investidores desse mercado. Temos por objetivo afirmar a vocação cívica em ESG do setor da cannabis, desconstruindo preconceitos e publicizando os compromissos sociais e socioambientais. A The Green Hub acredita que reforçar a vocação ESG do setor é avançar na luta contra os preconceitos que impedem a popularização e o acesso aos tratamentos em cannabis medicinal, a mitigação dos conflitos sociais relacionados a políticas proibicionistas e combater a desinformação acerca da produção científica disponível sobre estas questões.”

A ideia com o ESG é fazer uma reparação histórica. A Cannabis é proibida há mais de 100 anos e a luta é para quebrar o preconceito de algo que pode ajudar um número significativo de pessoas em diversos setores, mas principalmente na medicina.

“A The Green Hup faz um acompanhamento contínuo e compartilha com desafios das startups. Permitimos que continuem avançado e conquistem os objetivos. Para ser uma empresa acelerada por nós precisa passar por um processo seletivo, um programa de aceleração. Estamos olhando individualmente cada trabalho”, pontuou a moderadora Carolina Clemente, Head de Inovação da The Green Hub.

A The Green Hub tem 12 empresas em seu portfólio, sendo três desenvolvidas dentro da própria aceleradora. Todas as demais passaram por um processo de aceleração, assim como foi explicado por Carolina Clemente.

Conheça abaixo um pouco mais das startups aceleradas pela The Green Hub:

INSTITUTO CEC – O Instituto CEC proporciona conhecimento e evidências científicas em diversos temas associados à medicina canabinóide. A missão é ser um agente protagonista em pesquisas e estudos relacionados ao uso da cannabis medicinal para a melhoria da qualidade de vida do ser humano, além de prover capacitação de alta qualidade em temas ligados à medicina canabinoide e fomentar/difundir conhecimento participando ativamente da evolução da educação no Brasil no que se refere aos temas associados à cannabis.

“O Instituto CEC, como o próprio nome diz, é um instituto de pesquisa voltado para o mercado da Cannabis. Somos pioneiros na pesquisa dos endocanabinoides e oferecemos um atendimento de excelência, além da capacitação para profissionais sobre o uso terapêutico da Cannabis Medicinal no Brasil. Trabalhamos para construir um legado permanente”, explicou Sandra Regina.

CBEDIFFERENT – É uma empresa de cosméticos, que busca resgatar a ancestralidade existente nas plantas da Amazônia e da Cannabis. São produtos naturais e veganos, que ajudam em doenças de pele.

“São produtos que trazem qualidade à saúde e não agridem o meio ambiente. Fazemos embalagens sustentáveis e produtos para conectar as pessoas com elas mesmo. A ideia é trazer no pote um pouco da floresta. A beleza está na simplicidade”, disse Ticiana.

THE DOGONS – Desenvolve soluções e tecnologias para o mercado global da Cannabis. É pioneiro no mercado nacional em infusão de cannabinoides. A tecnologia de infusão incorpora a Cannabis a produtos do cotidiano, sejam eles bebidas, alimentos, cosméticos, produtos veterinários e muito mais.

“São produtos que não agridem o meio ambiente, não têm glúten, lactose ou qualquer tipo de origem animal. Nosso objetivo sempre foi transformar vidas e a maneira como as pessoas se relacionam com seus processos de cura. Precisamos prevenir, adicionar os probióticos e utilizar a inovação e tecnologia como aliados para transpor as barreiras do marcado”, enfatizou Taysa.

DAHMÁ BIOTECH – É uma Biotech especializada na obtenção de extratos bioativos da Cannabis. A empresa surgiu como uma spin-off da Rubian Extratos, empresa filha da Unicamp, que é especialista em extrair bioativos de outros tipos de vegetais. Com isso desenvolve terapias promissoras para diferentes aplicações na saúde e bem-estar.

“Com o conhecimento adequado, estamos desenvolvendo fórmulas para atender as necessidades dos indivíduos. A Dahmá alia sua força aos avanços científicos mais atuais sobre o potencial desta planta em proporcionar felicidade e harmonia ao corpo”, falou Eduardo.

THE BLUE HEMP – É uma hub de P&D em alimentos e bebidas com CBD e THC, que estuda profundamente os mercados, tendências e o comportamento dos consumidores, cria conceitos, pesquisando e desenvolvendo linhas de produtos inovadores, desde as formulações até look&feel, estabelecendo alianças locais para a produção e distribuição dos produtos.

“Já fazemos produtos alimentícios à base de lúpulo e estamos iniciando com a Cannabis. Ambos têm muitas propriedades. No entanto, foi preciso ir para o Canadá para a gente conseguir desenvolver esses produtos. Quando o mercado estiver pronto, vamos querer estar avançados para contribuir. Queremos introduzir a Cannabis no dia a dia, mas sem ser como remédio. Queremos incluí-la de uma maneira mais leve e consequentemente provendo o bem-estar”, detalhou Túlio.

CANNAPAG – Tem como missão atender associações, pacientes e empresas do ecossistema da Cannabis Medicinal no país, com o objetivo de ser a melhor opção de arranjos de pagamentos e conta digital do setor. Segundo a empresa, os valores são: bom relacionamento, critérios elevados, ética, compromisso e humildade.

“Gosto de bater muito nessa tecla, a nossa missão é servir. Oferecemos serviços para seis associações, três clínicas e seis importadores. Fomos acelerados pela Green Hub em 2020 e passamos por todas as exigências. Priorizamos a divulgação das informações sobre a Cannabis”, concluiu Murilo.

SCIRAMA – A Scirama é uma startup de base biotecnológica para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação com foco no estudo dessas substâncias. O modelo de negócio, em consonância com o ecossistema de ciência e tecnologia, conta com portfólio estruturado em parcerias com a academia e a indústria. 

“Buscamos tornar realidade pesquisas científicas que possam trazer qualidade de vida à parcela da sociedade que aguarda por abordagens terapêuticas mais eficientes, especialmente em saúde mental, pois as moléculas dos psicodélicos têm potencialidade neuroprotetoras. Queremos acabar com a epidemia de tristeza do nosso país”.

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