Colômbia encosta no Canadá e pode se tornar o próximo líder global em cannabis

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Colômbia deve ultrapassar Canadá no mercado floricultor de Cannabis (Crédito: Unsplash - Flavia Carpio)

Curadoria e edição Sechat, com informações de Canex

Depois que o Canadá se tornou o maior exportador de flor de cannabis seca do mundo, agora está preocupado com a Colômbia, que recentemente instigou algumas mudanças legislativas que posicionam o país para se tornar o líder global de cannabis, se aproximando rapidamente.

De acordo com um comunicado enviado à imprensa , as condições de cultivo quase perfeitas, a mão de obra qualificada e as regulamentações amigáveis ​​ressaltaram o surgimento da Colômbia no espaço legal da cannabis desde que o país permitiu a produção de cannabis medicinal pela primeira vez, há pouco mais de cinco anos.

No entanto, até agora, as flores ou botões desidratados de cannabis só podiam ser processados ​​para exportação como óleo ou extrato medicinal, por medo de que elas fossem parar no mercado negro.

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A nova lei coloca a Colômbia “a frente em termos de competitividade regulatória”, segundo o presidente Duque, que acrescentou também que seu país agora participará de novos mercados, incluindo alimentos, bebidas, cosméticos e têxteis, além de produtos farmacêuticos.

Ao assinar o decreto, Duque citou especialistas ao dizer que a cannabis legal representará um mercado global de US$ 64 bilhões até 2024 e notou também que a cannabis servirá como uma ferramenta para a “reativação econômica” na Colômbia pós-COVID-19.

O Ministro da Justiça da Colômbia, Wilson Ruiz, disse: “De acordo com um estudo de 2019, na Colômbia, o setor da cannabis gerou 17,3 empregos no campo por hectare.”

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A hierarquia colombiana parece determinada em alavancar o país para a liderança global como exportador legal de cannabis, a fim de impulsionar a economia e criar muitos empregos.

Essas circunstâncias podem jogar a favor da Flora Growth Corp., que se concentra no cultivo e nas operações de processamento de cannabis na Colômbia para abastecer os mercados internacionais.

O novo decreto pode provar ser uma bonança para produtores licenciados estabelecidos, especialmente quando se considera os custos de produção extremamente baixos e que a flor de cannabis seca representa a maioria das vendas em países com mercados mais desenvolvidos, como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Austrália.

Uma vantagem 25 vezes maior

A luz do sol e oferta de água abundante em três plantações piloto em 4,94 acres na Fazenda Cosechemos da Flora permitiram o teste de 30 variedades de cannabis não psicoativa (baixo THC) e a otimização de suas técnicas de cultivo, o que resultou em uma base de custo de apenas US$ 0,06 por grama.

Isso se compara aos US$ 1,89 por grama na América do Norte, calculado por meio de uma média de quatro grandes produtores licenciados norte-americanos.

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O custo da Flora chega a ser 60% menor do que seu colega colombiano mais próximo. Em resposta às leis atualizadas na Colômbia, a Flora prontamente assinou uma carta de intenções com um distribuidor internacional para fornecer flores secas e derivados imediatamente após a primeira colheita comercial e obter todas as licenças de importação necessárias.

Com essa colheita, a Flora também espera começar a fornecer cannabis medicinal para os mercados australianos, bem como produtos de CBD de venda autorizada por meio de uma parceria com a Evergreen Pharmacare.

A produção de cepas de cannabis com alto teor de CBD já está bem encaminhada em Cosechemos, com um trabalho de preparação sendo feito para propagar variantes com alto teor de THC, o componente psicoativo da cannabis.

Além disso, espera-se que um laboratório de extração, de acordo com os padrões EU-GMP, seja concluído neste trimestre, para que se consiga a certificação EU-GMP.

Assim que a Flora receber a documentação necessária para exportar seus produtos de cannabis, a empresa estará posicionada para capitalizar imediatamente dentro do enorme mercado global de flores de cannabis desidratadas, que até então, não estava disponível.

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