Cannabis Thinking: a variedade de negócios no setor é tema de painel

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Painel abordou inovação, tecnologia, empreendedorismo, sustentabilidade e outros assuntos. (Créditos da imagem: Sechat)

Por Jacqueline Passos

As oportunidades de negócio no mercado canábico foram o tema principal do painel: “#verdequetransforma a tecnologia – A inovação e empreendedorismo”, que contou mediação de Felipe Paiva, executivo de câmbio na Abrão Filho Banking e Câmbio e Fernando Pensado, head de inovação no SBT e sócio fundador do portal Sechat, Guilherme Guardião, community manager do Civi-co e Iara Vicente, CEO da Nossa Terra Firme Consultoria como participantes. 

Novos negócios

Um dos assuntos do painel foi a oportunidade de novos negócios, principalmente no ramo da cannabis. Felipe, por exemplo, apresentou um pouco do seu trabalho como executivo de câmbio especializado apenas em clientes que desejam fazer transações com produtos canábicos. Já Fernando, contou um pouco sobre o nascimento do Sechat, um canal de mídia especializado em cannabis medicinal, que reúne notícias do mundo inteiro sobre o tema nas editorias de: negócios, saúde e legislação. Por outro lado, Iara comentou um pouco sobre o seu projeto de consultoria voltada principalmente para a implementação de ESG (Environmental, Social and Governance) que, apesar de ainda não ter relação direta com a cannabis ainda, poderá auxiliar produtores da planta caso o cultivo seja legalizado. 

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Representando o Civi-co, pólo de impacto cívico-social e ambiental, Guilherme mencionou que o local reúne quatro pilares verticais de negócios: cannabis, alimentação, educação e moda sustentável. Ele também afirma que a cannabis, apesar de ser um dos pilares, também pode transitar entre cada um dos setores, já que existem alimentos feitos com cannabis, além de roupas produzidas com cânhamo e, com o crescimento do setor, surge como consequência a necessidade de aprimoramento do conhecimento e, portanto, da educação. 

“Figital”

A união dos termos físico e digital, criada pelo professor Silvio Meira, despontou algumas vezes no painel. Fernando foi o primeiro a lembrar do tema quando apresentava o Sechat, um canal que está se tornando “figital”. Além de Fernando, Guilherme também abordou um pouco do tema.

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“Somos uma comunidade de negócios de impacto “figital”, como diz o grande Silvio Meira, professor pernambuco que criou o Porto Digital, e que trás essa visão de que hoje, em 2021, nós já estamos em um outro momento da nossa sociedade. Em 2021, a nossa forma de interação com a tecnologia avançou bruscamente, muito por conta da pandemia, pois nós tivemos que inovar nossas relações sociais. Mas hoje nossos avanços e nossas interações com a tecnologia são muito maiores. Por isso, essa necessidade de não separação do mundo físico e do mundo digital e essa construção do “figital”.” 

Guilherme Guardião

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Cannabis é agro

De acordo com Iara, “As condições climáticas do Brasil são muito mais favoráveis para o plantio aqui do que em boa parte dos países que hoje dominam o mercado de insumos”. Ela também ressaltou que as possibilidades da planta vão muito além do potencial medicinal. O que nos mostra possibilidades de negócios com a cannabis vão muito além das startups tecnológicas e grandes empresas farmacêuticas. 

Felipe, que possui uma visão internacional do mercado, também complementou que, apesar dele ter percebido esse modelo de negócio na importação, o Brasil também deveria apostar na exportação de insumos canábicos e, com isso, faturar ainda mais com o mercado. 

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O mercado precisa abrir o debate

Para Fernando, é imprescindível que a gente abra espaço para o diálogo no mercado e, só com isso, conseguiremos impulsionar os negócios e atrair mais investidores e empreendedores para o setor. Falar sempre com o mesmo público ou apontar o dedo para alguém que cometeu um erro ou tomou uma decisão ruim são atitudes que acabam afastando negócios em potencial. Para ele, “é preciso ser persistente e tratar [a situação] com resiliência.”

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“Trazer esse tipo de diálogo e a gente ser humilde em querer receber o diferente, querer entender e saber ouvir é fundamental para construir uma comunidade. Porque a comunidade sempre vai se sustentar com confiança, a confiança é uma questão que você não ganha, você conquista. E você vai conquistar isso entregando. É o que eu vejo e ouço meu pai falando bastante: “Se você não sabe servir, você não serve para nada”. Então, você saber ouvir, entender a dor, entender um ponto de vista diferente, eu comento com os sócios que existe a onda da lacração, (…) as pessoas pegam às vezes uma vírgula e querem montar uma narrativa sem entender o contexto. Então, quando a gente vai estar juntando e querendo resolver o problema em conjunto para progredir? É apontando ou acolhendo? É sentando junto, debatendo oportunidades de mercado, entender as dores do paciente e o que o empresário sofre ou vai ser sempre nós e eles?”

Fernando Pensado

Tecnologia e inovação no setor da cannabis eram os assuntos principais do painel, no entanto, os painelistas foram muito além, já que temas como reparação histórica, responsabilidade social e sustentabilidade também foram abordados. 

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